Carneiro elogia Alegre como "exemplo vivo de que a política se faz com convicção, ética e poesia”
“É um privilégio poder contar com a sua sabedoria e com a sua inabalável fidelidade aos valores que nos unem”, disse.
“É um privilégio poder contar com a sua sabedoria e com a sua inabalável fidelidade aos valores que nos unem”, disse.
O histórico socialista continua a publicar e a participar na vida política e cívica.
Se olharmos para a última meia dúzia de anos, pode parecer que pouco se alterou, mas não é verdade. Alguns desconhecidos e uns quantos famosos estão a transformar o que somos como sociedade e economia. Da política à ciência, das artes ao desporto, estas são as escolhas da SÁBADO.
Era um cenário nunca antes visto: em 1807, 15 mil pessoas embarcaram à pressa de Lisboa para fugir às tropas de Napoleão. Em carruagens que nunca saíram do cais deixaram as pratas das igrejas; no chão e dentro de caixas, à chuva, ficaram os 60 mil livros da valiosa Biblioteca Real. Durante três meses sobreviveram a tempestades e raparam o cabelo para combater ataques de piolhos. Numa escala de um mês em Salvador da Baía, D. João VI abriu os portos da antiga colónia a um mundo que não a conhecia - e que por isso mesmo chegou a enviar patins de gelo e aquecedores para vender nos trópicos.
Para o cargo de secretária do Conselho de Estado foi agora nomeada Cristina Correia, lê-se na mesma nota.
E ainda o entusiasmo de Marcelo num concerto e a discreta visita de um ex-presidente africano à Madeira
As palavras do Presidente da República tiveram o condão de mostrar a iniquidade do discurso de Aguiar Branco
Se pensarmos bem, na política como na vida, a arte está no difícil equilíbrio não só entre interesses conflituantes, como entre os anjos e demónios que habitam dentro de nós – a verdade e a moderação, a coragem e a prudência, a inteligência e a humildade.
Pelo PSD, foram eleitos a antiga ministra "Leonor Beleza, e os presidentes das câmaras de Lisboa e do Porto, respetivamente Carlos Moedas e Pedro Duarte".
Numa mensagem nas redes sociais, o Presidente da República justificou as suas escolhas, defendendo que permitem "um Conselho de Estado qualificado, plural e ao serviço de Portugal".
Alberto Martins, Isabel Capeloa Gil, Maria do Carmo Fonseca, Miguel Bastos Araújo e Nuno Severiano Teixeira foram os escolhidos pelo Presidente da República.
Se alguém publicasse um livro, uma peça de teatro, com esta formulação, seria imediatamente acusado de incitamento ao ódio. Já a inversão, “matar fascistas”, encontra, demasiadas vezes, complacência cultural.
Está ainda a ser negociado um quarto nome.
Grupo Parlamentar dos socialistas anuncia que "chegou, com o Grupo Parlamentar do PPD/PSD, a um entendimento político global quanto à composição das listas dos órgãos externos a eleger pela Assembleia da República".
Editor foi também jornalista e secretário de Estado da Cultura no primeiro Governo PSD/CDS liderado por Pedro Passos Coelho.
No 25.º Congresso do PS, em Viseu.